terça-feira, 8 de junho de 2010

ciúmes possessivo.



Em "homenagem" (que não é bem uma homenagem) ao Dia dos namorados (12/06) eu fiz uma narração. Título auto-explicativo, ok? (P.s.: substituindo a Giu, sabe né...).

O que eu sempre quis.
Pela janela do meu quarto eu via a chuva cair, meu carro havia quebrado e "ELE" me disse que não poderia me ver naquela noite, meu sangue fervia e borbulhava de raiva, eu me perguntava porque isso estava acontecendo, porque ele não queria me ver? Aonde ele iria? Como ele iria? E o pior, com quem ele iria?
A chuva não cessava nunca, parecia ficar cada vez mais forte a cada segundo, meus olhos percorriam o quarto freneticamente, procurando algo que pudesse me ajudar naquele momento, na minha cabeça se passavam milhares possibilidades do que realmente fazer. Eu queria ele comigo, eu não poderia suportar que ele estivesse com outro alguém em qualquer outro lugar, ele era meu, somente meu e só de saber que o vento o tocava, o meu coração tremia de ciúmes, de inveja. Tudo que o rodeasse me incomodava. Foi quando por um instante a chuva ficou mais fraca e a possibilidade de um raio de sol sair e o aquecer era totalmente inaceitável, coloquei qualquer roupa que vi, afinal, não precisava agradar a ninguém. Peguei o que me era necessário e saí com as gotas caindo ainda fracamente, olhei no relógio e faltavam apenas meia hora pra ele sair do trabalho e eu estava um pouco longe, então me apressei, acelerei o passo enquanto cenas na minha cabeça me deixavam vulnerável, queria chegar logo.
Cheguei faltando cinco minutos para ele sair, eu estava ofegante e minha raiva tomou conta de mim, percebi que estava com ciúmes das pessoas que ele falaria tchau, da caneta que ele tocava, era doentio. Foi quando ele saiu e se surpreendeu comigo lhe esperando, me irritei, ele tinha que sorrir ao me ver, como eu sempre fazia. Ele era como o ar para mim, então, ele me perguntou o que eu fazia lá e eu respondi que eu precisava vê-lo de qualquer jeito, o sorriso dele então me acalmou e ele me chamou para dar uma volta, era o momento perfeito! Eu já sabia o que fazer e ninguém poderia imaginar. Então ele me beijou e saímos de mão dadas e na minha mente só o que se passava é que ele seria para sempre meu, somente meu.
Eu conhecia o caminho pelo qual estávamos passando, ele se dirigia para sua cafeteria predileta, estávamos em silêncio, as mãos dele nas minhas me faziam pulsar ligeiramente, foi quando parei e olhei pra ele, com lágrimas nos olhos eu me desculpei e ele sem entender perguntou porque e então eu o matei e respondi: "por isso". E logo depois me matei, mas só o que me importava é que ele seria para sempre meu.

Feliz Dia dos Namorados e não sejam ciumentos possessivos, ok? K

9 comentários:

  1. chocante :O
    quase chorei no final ali :(
    hahaha amei mari sz

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  2. meu deus :o, quase chorei no final ali :( 2
    iaushiaushuais *-*'

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  3. quase chorei no final ali :(
    mt lindo *-*'

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  4. psicopata AUSDHIUAHSIDUHASDIUHA lindo mari :D

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  5. li "giu" no inicio e perdi a vontade de ler. mas como foi a mari que escreveu ne, acabei lendo HAHAHA ;*

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  6. André que se cuide. HAHAHAHAHA

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  7. Nossa! Que texto incrivel, que final impressionante... Parabéns :)

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  8. OMG, ficou perfeito e chocante.
    muiito bom *-*

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